ENTREVISTA : ALCIDES ZAVASKI PAZETTO
O Assistente de árbitro, Alcides Zavaski Pazetto conversou com o Jornal Fique Esperto e relatou um pouco de sua vitoriosa carreira. Apontou os destaques, a sua evolução e analisou o quadro atual de nossa arbitragem. Confira:

JORNAL FIQUE ESPERTO: Pazetto conte para os leitores do Jornal Fique Esperto um pouco de sua trajetória e o seu amor ao futebol.
PAZETTO: O meu ingresso na arbitragem foi em função da Faculdade de Educação Física que eu fazia na Udesc. E o meu professor era o ex-atleta Balduíno, que fez um convite para que fizéssemos um curso de arbitragem para que incluíssemos em nosso currículo. Gostei e entrei na Liga de São José em 1989. Trabalhei em muitos jogos dos amadores, comecei a atuar nos estaduais da categoria. Daí pra frente fui evoluindo. E cheguei ao profissional onde em 1996 fiz a minha primeira final de catarinense. Nesse mesmo ano cheguei ao quadro nacional de arbitragem do qual estou até hoje. Esse é o meu último ano.
JORNAL FIQUE ESPERTO: Pazetto, qual a melhor lembrança que o Sr. tem do futebol amador?
PAZETTO: A maior lembrança que tenho foi um jogo que atuei entre Santa Tereza e Aymoré. E naquela oportunidade tinha um jogo na ressacada. E aquilo me chamou atenção, pois o público foi maior que no futebol profissional daquele dia. Hoje acompanho pouco o futebol amador.
JORNAL FIQUE ESPERTO: Hoje o árbitro é mais bem preparado?
PAZETTO: Com certeza. Hoje a exigência da CBF é muito grande. Os tempos mudaram. O condicionamento físico evoluiu muito.
JORNAL FIQUE ESPERTO: Qual a melhor lembrança do futebol profissional em sua carreira?
PAZETTO: Comecei em 1992. Tive muitos bons momentos na arbitragem. Acredito que o meu melhor momento tenha sido em 1995 numa final entre Criciúma e Chapecoense. Depois os clubes do interior passaram a vetar árbitros da capital, onde reduziu o nosso campo de trabalho. Fiquei limitado a atuar em clássicos. Em 1996 ingressei no quadro nacional onde atuei em um jogo do Internacional e Botafogo com Bozanno e o Vayran. Em 2002 atuei na decisão do nordeste em um clássico Bahia e Vitória.
JORNAL FIQUE ESPERTO: Cite um árbitro que você admira?
PAZETTO: Pra mim a grande referência é Marcio de Rezende. Tive o prazer de trabalhar mais de 40 jogos com ele. O nível dele é extraordinário. Falando de árbitros daqui do estado, admiro o Bozzano, O Meira, o Cantucho, o Renildo Nunes e atualmente o Luiz Orlando Souza. Da geração nova gosto do Célio Amorim.
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